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VEM CÁ e Hiperconexão Inclusiva rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Fotografia em auditório da ONU, descrita na legenda, ilustrando matéria “VEM CÁ e Hiperconexão Inclusiva rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustração da matéria “VEM CÁ e Hiperconexão Inclusiva rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” é uma fotografia colorida, em área interna, com integrantes da ONG Escola da Gente. Estão reunidos em um auditório da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentando o aplicativo Vem Cá. Créditos: Divulgação

Utilize os recursos de Acessibilidade Digital da EqualWeb clicando no botão redondo flutuante, na lateral esquerda. Para a tradução em Libras, acione a Maya, tradutora virtual da Hand Talk , no ícone quadrado à direita. Para ouvir o texto com Audima utilize o player de narração abaixo.

ONG Escola de Gente é premiada pela ONU por dois projetos de inclusão e acessibilidade a pessoas com deficiência

Aplicativo de cultura acessível VEM CÁ e Hiperconexão Inclusiva, projeto que promove lives 100% acessíveis são premiados pela ONU por melhores práticas para alcançar os ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Dois projetos da ONG Escola de Gente foram selecionados pela Organização das Nações Unidas (ONU) como melhores práticas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O aplicativo de cultura acessível “VEM CA” e o “Hiperconexão inclusiva”, projeto que promove lives totalmente acessíveis, com Libras, legenda e audiodescrição, fazem parte de uma lista de 400 iniciativas de todo mundo eleitas pela ONU, em que 12 são da América Latina e quatro do Brasil.

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Os projetos foram desenvolvidos como uma solução para a exclusão digital intensificada pela pandemia da COVID-19. “O isolamento causado pela pandemia levou a uma migração da comunicação e de informação do presencial para o virtual. No entanto, as realizações de transmissões e encontros no ambiente digital não apresentaram os recursos de acessibilidade como Libras, legenda, audiodescrição e linguagem simples. É preciso que todas as ações sejam pensadas para serem plenamente acessíveis”, explica Claudia Werneck, fundadora da Escola de Gente.

Fotografia da Claudia Werneck, fundadora e superintendente da Escola de Gente.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia da Claudia Werneck, fundadora e superintendente da Escola de Gente. Mulher branca de cabelos grisalhos curtos, óculos de grau e roupa preta com tons em marrom. Está parada, em pé e sorrindo. Tem uma mão na cintura e outra em um parapeito. Créditos: Divulgação

Segundo a ONU, 82% da população com deficiência do mundo vivem em condições de pobreza, em países em desenvolvimento como o Brasil. Representam cerca de 15% da população mundial e enfrentam problemas como falta de acesso à água, saneamento básico, alimentação, além de educação e informação. No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45,6 milhões de pessoas declararam ter, pelo menos, um tipo de deficiência, seja do tipo visual, auditiva, motora ou intelectual.

“As pessoas com deficiência são a maior minoria do mundo e, no Brasil, representam, segundo o IBGE, quase 25% da população brasileira. São pessoas que enfrentam um cotidiano repleto de riscos numa sociedade que não as percebe como parte dela e, portanto, naturaliza várias formas de exclusão e discriminação. A falta de comunicação acessível é uma delas., explica Claudia.

Hiperconexão Inclusiva

O projeto “Hiperconexão inclusiva” oferece tecnologia integrada própria que garante a oferta de Libras, legenda e audiodescrição, simultaneamente, para reuniões e apresentações de teatro online e ao vivo. O objetivo é praticar a equidade no compartilhamento de informações online, por meio da oferta de lives com acessibilidade total e, assim, estimular sociedade, governo e outras instituições a também desenvolvê-las. A primeira live plenamente acessível da Escola de Gente foi realizada em abril de 2020.

Um smartphone, na posição horizontal, a transmissão de uma live acessível da ONG Escola de Gente.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Na tela de um smartphone, na posição horizontal, a transmissão de uma live acessível da ONG Escola de Gente. A tela está dividida em cinco janelas com os participantes e um intérprete de Libras. No rodapé aparece a legenda gerada em tempo real. Créditos: Divulgação

App VEM CÁ

Com mais de 15 mil downloads, o aplicativo lançado em 2019 foi criado para conectar eventos acessíveis a pessoas com deficiência. É pioneiro tanto no campo cultural como no da tecnologia da informação. Com a chegada da pandemia e a migração dos eventos para o mundo virtual, o “VEM CÁ” foi remodelado e será relançado em agosto deste ano, sob o conceito do projeto Hiperconexão Inclusiva.

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Assim, além de trazer eventos presenciais acessíveis, o app passa a contemplar eventos virtuais que trazem acessibilidade a todos os públicos. O aplicativo terá diversas possibilidades de busca, com data e local, combinando os 24 tipos de atividades culturais com 12 tipos de acessibilidade: assento acessível, audiodescrição/guia acessível, banheiro acessível, elevador/rampa, gratuidade, legenda, Libras, Libras tátil, linguagem simples, piso tátil, publicações acessíveis e visita tátil, permitindo infinitas buscas.

Tela de apresentação do aplicativo VEM CÁ.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Tela de apresentação do aplicativo VEM CÁ. Na lateral esquerda, um rosto com a sobreposição da imagem um celular com a tela do app. Ao lado, mais três imagens imagens de tela do app. Creditos: Reprodução / Google Play

O aplicativo também será uma plataforma para reunir profissionais de acessibilidade, que poderão se cadastrar no app e integrar um um banco de dados inédito no Brasil que ficará dentro do VEM CÁ, acessado gratuitamente. Os usuários poderão realizar buscas para encontrar tais profissionais e, dessa forma, o app vai fomentar a geração de emprego e renda no setor de acessibilidade.

Sobre a Escola de Gente

Criada em 2002, pela jornalista e escritora Claudia Werneck, a ONG é referência nacional e internacional em inclusão e acessibilidade. Trabalha para transformar políticas públicas inclusivas em práticas cotidianas inclusivas, principalmente para quem tem deficiência e vive na pobreza. Já mobilizou diretamente para a prática da inclusão, no presencial e no virtual, cerca de 800 mil pessoas em mais de 200 municípios de 22 estados de todas as regiões do Brasil, além do Distrito Federal, e em 19 países das Américas, África, Europa e Oceania.

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Jornalista Inclusivo

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Da Equipe de Redação JI
Editor responsável (MTB: 0089466/SP)

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