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Golpe no WhatsApp contra PcDs e ex-conselheiros do Conade: Ouça o áudio

Ilustração do texto “Golpe no WhatsApp contra PcDs e ex-conselheiros do Conade: Ouça o áudio”
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustração do texto “Golpe no WhatsApp contra PcDs e ex-conselheiros do Conade: Ouça o áudio” é uma arte em fundo verde degrade. No centro aparece o ícone do aplicativo, quebrado em cinco partes. Por cima do ícone há um símbolo de alerta, que é um ponto de exclamação dentro de um triângulo vermelho. Na lateral direita da imagem tem a ilustração de uma pessoa com capuz e óculos escuros usando o computador, representando um hacker. Na lateral da ilustração, um celular mostra uma conversa via aplicativo de mensagens. Créditos: Edição JI

Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) publicou nota de esclarecimento

Atualizado em:

Usando o nome da Ministra Damares e da secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, golpe no WhatsApp contra PcDs pede informações pessoais para compra de passagens: Saiba como se proteger

Circula entre usuários do WhatsApp, a mensagem sobre uma suposta formação de um GT (grupo de trabalho) com pessoas com deficiência (PcDs) e antigos conselheiros do Conade – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Na mensagem, uma voz feminina gravada por tecnologia que transforma texto em áudio, se identifica como Francisca e usa o nome da Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves, e da Priscilla Gaspar de Oliveira, atual secretária Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

O áudio informa que haverá reuniões semanais on-line, e uma por mês será presencial, em Brasília (DF). A mensagem pede informações pessoais para a compra das passagens, que seriam custeadas pelo Ministério.

A redação do JI entrou em contato com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), e obteve acesso ao áudio. 

Ouça no player abaixo:

Sobre o ocorrido, o Ministério publicou a seguinte Nota de esclarecimento :

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) esclarece que são falsas as informações disseminadas por áudio, em aplicativos de troca de mensagens, sobre suposta criação de grupo de trabalho (GT) para analisar mudanças legislativas que prejudicariam as pessoas com deficiência.

Essa hipótese sequer é discutida internamente. Pelo contrário, a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), do MMFDH, trabalha para ampliar os direitos desse segmento da população. É nesse sentido que o já criado GT de avaliação biopsicossocial discute a regulamentação do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Ícone WhatsApp e celular ilustra texto "Golpe no WhatsApp contra PcDs: Ouça o áudio"
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem em fundo verde com o título WhatsApp em destaque, ao lado do ícone do aplicativo. Abaixo aparece a silhueta de uma mão segurando um celular que tem na tela o mesmo fundo verde e ícone do app. Créditos: Reprodução

Cinco golpes no WhatsApp para ficar de olho em 2021 - TechTudo

Recentemente, o TechTudo – site de tecnologia da Globo.com publicou uma lista com cinco golpes no WhatsApp e como se proteger. 

Confira:

  1. WhatsApp clonado

O WhatsApp clonado é um tipo de golpe em que o criminoso normalmente se passa por uma empresa conhecida do usuário, como sites de compra e venda, ou por um organizador de eventos que oferece uma proposta atrativa para a vítima. O golpista entra em contato com o usuário por meio de ligação ou por mensagem no WhatsApp, afirmando sobre um suposto erro, reclamação nas plataformas de anúncios ou oferecendo ingressos grátis para shows. Em seguida, ele solicita que a vítima envie o código de verificação do WhatsApp, que é enviado por SMS para validar as solicitações.

Tendo posse do código do mensageiro, o criminoso consegue clonar o WhatsApp da vítima, e passa a ter acesso à sua lista de contatos e grupos no app. Normalmente, este tipo de golpe é utilizado pelo criminoso com o intuito de pedir dinheiro para amigos e familiares da vítima.

Para não ter o WhatsApp clonado é necessário ter atenção. O próprio SMS enviado pelo mensageiro afirma que o código de verificação não deve ser compartilhado com terceiros. Sendo assim, suspeite de mensagens que forem enviadas no nome de empresa e não informe códigos do WhatsApp em troca de ingressos para eventos ou shows de famosos.

  1. Contas falsas

Outro tipo de golpe que ficou popular foi o uso de contas falsas para enganar contatos. Nesta modalidade, o criminoso cria uma nova conta no WhatsApp e rouba os dados públicos de uma pessoa, como nome, foto de perfil e status. Em seguida, entra em contato com os amigos da vítima dizendo que “trocou de número” e conta uma história para pedir dinheiro emprestado.

Existem alguns passos que podem ajudar usuários a se protegerem desse golpe. Um deles consiste em ocultar as fotos de perfil do WhatsApp, deixando-a visível apenas para contatos. Assim, você evita que sua identidade seja roubada. Também é importante desconfiar de mensagens deste tipo, já que o WhatsApp possui um recurso capaz de informar automaticamente quando um contato troca de número. Outra dica que pode ajudar é entrar em contato por meio de ligação ou mensagem com o número original do contato antes de fazer qualquer transferência.

WhatsApp
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem em fundo verde com o ícone do WhatsApp. Na lateral esquerda da imagem, a silhueta de uma mão segurando em cadeado. Créditos: Reprodução
  1. App espião

O WhatsApp também pode ser clonado por meio de aplicativos espiões. Os chamados spywares  (ou stalkerwares ) permitem que uma terceira pessoa, que pode ser um hacker desconhecido ou um parceiro ciumento, monitore as atividades da vítima no celular. Com este tipo de app, o criminoso consegue vigiar a vítima à distância e pode ter acesso a uma série de dados pessoais, incluindo o código de verificação do WhatsApp, usado para clonar contas no mensageiro.

O uso deste tipo de aplicativo entre casais cresceu no Brasil e, por meio do malware, é possível monitorar todos os passos digitais da vítima, incluindo mensagens trocadas em conversas privadas no WhatsApp e em outras redes sociais. Este tipo de software precisa de acesso físico ao celular da vítima para ser instalado.

Em ataques hackers, os criminosos costumam enviar o malware através de phishing  e, sem saber, é a própria vítima quem instala o app espião no celular. Com o software, então, o criminoso pode ter acesso a credenciais de banco, senhas de e-mail e de redes sociais e mensagens trocadas pelo WhatsApp da vítima. No caso dos parceiros ciumentos, o malware é utilizado principalmente para monitorar suas atividades. Vale dizer que o uso de aplicativos espiões para espionar parceiros é crime e está previsto em lei.

Para se proteger do golpe é importante ter um antivírus capaz de identificar ameaças instalado no celular. Além disso, o smartphone também pode dar alguns indícios de que há um app espião instalado no dispositivo. Portanto, suspeite se a bateria do celular estiver acabando muito rapidamente e se os dados móveis apresentarem picos de uso durante o dia, sem explicação. Se o smartphone apresentar superaquecimento, se você notar a presença de apps suspeitos ou alertas de pop-up invasivos, é possível que o seu celular tenha sido infectado por um aplicativo espião.

  1. Fake news

As fake news, além de serem proibidas pelo mensageiro, também podem ser usadas para fraudes. A preocupação do WhatsApp é tanta que o app tem tomado diversas medidas para frear a divulgação e o compartilhamento das notícias falsas. Uma delas foi limitar o encaminhamento de mensagens muito compartilhadas para um contato por vez, além de atribuir uma lupa aos balões compartilhados muitas vezes – recurso que pode ser usado para pesquisar o conteúdo da mensagem no Google.

Para se proteger das notícias falsas no WhatsApp, você pode checar se um conteúdo é verdadeiro acessando o bot FakeCheck  antes de compartilhá-lo. Além disso, o mensageiro encoraja que usuários denunciem fake news na plataforma, já que, devido a criptografia de ponta-a-ponta, o WhatsApp não é capaz de verificar o conteúdo compartilhado nos chats.

  1. Links maliciosos

Golpes com links maliciosos no WhatsApp ficaram em evidência em 2020, principalmente durante o período de isolamento provocado pela pandemia de Covid-19 no país. Criminosos usaram o Auxílio Emergencial e a distribuição de álcool em gel como isca para atrair vítimas, utilizando golpes de phishing para roubar dados pessoais e adwares  para lucrar com a exibição de anúncios.

Fraudes envolvendo o saque emergencial do FGTS e golpes que supostamente iriam distribuir o Super Almanaque da Turma da Mônica grátis também foram notícias, assim como o link malicioso que prometia a liberação gratuita da Netflix durante o isolamento. Para se proteger deste tipo de golpe, é recomendado ter um antivírus instalado no celular, já que a solução é capaz de identificar ameaças em tempo real. Além disso, suspeite de promoções “boas demais para ser verdade” e não clique em links suspeitos, por mais que tenham sido encaminhados por pessoas de confiança.

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Jornalista Inclusivo

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Da Equipe de Redação JI
Editor responsável (MTB: 0089466/SP)

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