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Alta-Costura na Moda Inclusiva

Alta-costura na moda inclusiva

Descrição da Imagem #PraCegoVer: Fotografia sobre Alta-costura na Moda Inclusiva mostrando uma modelo de pele branca e cabelos loiros, sentada em cadeira de rodas, parada na passarela de desfile de moda. Com a mão na cintura, e olhar fixo para a câmera, veste um vestido longo em tons de dourado, tipo dress code para festas de gala, ou casamentos. Fim da descrição. Foto: La Presse/TT/AA

"Vamos falar sobre um tema nunca falado antes? Alta-Costura e a Pessoa com Deficiência"

Especialista em Moda Inclusiva, Belly Palma apresenta uma breve e necessária reflexão para beneficiar todas as Pessoas com Deficiência com equidade

Sei que falar de alta-costura na moda inclusiva pode soar um tanto quanto utópico não é mesmo?

Mas o ponto é, a partir do momento que nós, da comunidade de pessoas com deficiência, mostrarmos interesse nesse assunto, mostrar que existimos e que temos potencialidades para sermos parte desse universo, tanto como modelos ou admiradores, o movimento de inclusão nesse meio começará a ocorrer.

Vou contar para vocês uma coisa: Eu usaria sim! Eu adoraria usar um vestido de alta costura. Aliás, faz parte do meu proposito de vida e trabalho estimular a ambição da pessoa com deficiência e fazê-la perceber que se for da sua vontade, ela pode sim usar um vestido de alta-costura de forma plena.

Alta-Costura na Moda Inclusiva, com Belly Palma
Descrição da Imagem #PraCegoVer: Belly Palma, autora desta coluna, está deitada, com a cabeça em uma almofada branca, e está sorrindo para a fotografia. Ela tem pele branca e cabelos pretos. Está usando um vestido longo de gala em tons de dourado, maquiada e com as mãos em seu colo. Fim da descrição. Foto: Acervo pessoal/ Belly Palma

Alta-Costura na Moda Inclusiva: Depende de nós!

Ao meu ver, é urgente a reformulação dos formatos que se apresenta a moda, como no último SPFW (São Paulo Fashion Week) que além dos desfiles tinha palestras e cursos. Moda deve ser democrática e é fundamental que todos tenham acesso às informações e estudos.

“Devemos nos apresentar, e sugerir uma sensibilização, pois o que não é visto não é lembrado”
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O papel da elite é influenciar positivamente as pessoas, e eu quero ser essa pessoa, quero ser estimulo para o outro. Lembrando algo muito importante, a linha tênue entre quantidade e qualidade. Afinal preciso de quantidade de pessoas para fazer a mudança acontecer, mas ao mesmo tempo, se trata de ter ao seu lado as pessoas certas, e na hora certa.

Devemos mudar o foco de show para educação! Quer ter um desfile babadeiro? Tenha, mas faça de forma consistente e coerente com a realidade da maior parte da população. Use a arte como ferramenta de ensino, provoque debates, inovações de forma em que todos sejam beneficiados igualmente, e com equidade.

Belly Palma

Belly Palma

Izabelle é formada em administração de empresas, ativista na causa da Pessoa com Deficiência, e Gestora do programa de Moda Inclusiva da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcd). Consultora de Negócios Inclusivos, é responsável pela coluna “Inclusão & Moda, um Match Perfeito!”, aqui no site Jornalista Inclusivo.

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