Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia da presidente da Associação de Cegos de Alagoas, Cícera Oliveira da Cruz segurando o cartão de vacinação da COVID-19 em braille. Ela é uma mulher de pele parda, cabelos castanhos na altura dos ombros. Usa roupa vermelha e máscara de proteção branca. No cartão aparece, além das informações em braille, o logo da prefeitura e a hashtag #Vacina Maceió, Cartão de Vacinação, Plano municipal de vacinação contra a COVID-19 em Maceió. Créditos: Edvan Ferreira/Secom Maceió
Maceió, capital de Alagoas, é a primeira cidade a ter cartão de vacinação contra a COVID-19 em braile. A iniciativa, inédita no País, foi lançada pelo prefeito João Henrique Caldas “JHC” (PSB), no último dia 14 de julho, durante solenidade na Associação de Cegos de Alagoas, localizada no Antares.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte com fotografia e texto, ilustrando matéria dos 30 anos da Lei de Cotas. No centro da imagem está o logo da celebração, com símbolo de hashtag na cor verde, e o texto em azul: “Lei de Cotas 30 Anos”. Abaixo aparecem quatro símbolos que remetem às deficiências sensoriais, físicas e intelectuais. Por traz do logo há reflexos de luz e efeitos de festa. A fotografia é de um homem negro, com cabelos black power, comemorando com os dois braços para cima. Ele usa camisa xadrez vermelho e preto, óculos de grau e cadeira de rodas. Está olhando para a tela do computador que está à sua frente. No canto esquerdo inferior da arte está a frase: “Dias 23 e 24 de julho” (em azul) e “Evento 100% online” (em verde). Créditos: Edição JI
No próximo dia 24 de julho a “Lei de Cotas” (Lei nº 8.213/91 da Previdência Social) completa 30 anos e o momento é de celebrar conquistas, reforçar propósitos e continuar a enfrentar os desafios para construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva em relação às pessoas com deficiência e reabilitadas do INSS.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Banner de divulgação do evento Inclusive, em fundo claro e formas geométricas, com informações em texto. No topo aparece a definição da palavra IN.CLU.SI.VE [advérbio] 1. De modo inclusivo; sem exclusão. Abaixo, em caixa alta na cor vermelha, está o nome Inclusive, com a representação em Braille, logo abaixo. No rodapé está escrito, em inglês, “Sabe the date” (salve a data): Dia 17/07/2021, às 15h. Créditos: Divulgação
Neste sábado, dia 17 de julho de 2021, às 15h, será realizado o evento "Inclusive", promovido por estudantes do curso de Relações Públicas da USP – Universidade de São Paulo. O evento gratuito e 100% online, em formato de live, tem o objetivo de apresentar uma discussão sobre a inclusão de pessoas com deficiência em diversos âmbitos.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Uma dose de adrenalina”, abrindo a série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). Fotografia de uma pessoa segurando a bandeira Olímpica, com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa está de costas, é branca, usa camiseta azul, e segura a bandeira acima da cabeça, com os braços esticados. A imagem ao fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo os nomes com os pictogramas das modalidades: “Triatlo, Ciclismo e Paratletismo”. Créditos: Edição JI
Hoje, iniciamos no Jornalista Inclusivo, a série de artigos do “Especial Tóquio 2020” sobre as modalidades que irão compor o quadro paralímpico no Japão. Aqui, na coluna Sem Barreiras, o objetivo é ser o mais simplificado possível para que você, leitor(a), compreenda as regras dos esportes adaptados e possa torcer por nossos Paratletas na Terra do Sol Nascente.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa da reportagem “Nanismo Brasil se posiciona sobre medicamento para acondroplasia, que aguarda aprovação da Anvisa”, é uma fotografia com duas pessoas, mãe e filho, em momento de descontração. A criança, de pele branca, olhos claro e cabelos loiros está deitada de bruços, apoiada nos cotovelos. A criança tem nanismo e está sorrindo, mostrando quatro dentinhos. Atrás, abraçada ao filho, a mãe também é branca e loira, e está sorrindo. Créditos: Shutterstock
BioMarin iniciou registro no Brasil do medicamento que reduz possíveis complicações da doença em crianças. O presidente da Nanismo Brasil, Fernando Vigui explica o posicionamento da associação sobre o medicamento para acondroplasia – tipo mais comum de nanismo, e fala sobre acessibilidade e capacitismo.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do texto Fundo Agbara: Potencializando mulheres negras e indígenas. Fotografia com oito mulheres negras que fazem parte do Fundo Agbara, o primeiro de apoio a mulheres negras e indígenas do Brasil. Cinco delas estão em pé, uma sentada e duas agachadas. Todas usam máscara de proteção. No centro da imagem está o logo do projeto. Créditos: Divulgação/Edição JI
Agbara significa potência, força e poder. Com este nome imponente, nasce o primeiro fundo de apoio a mulheres negras e indígenas do Brasil. O Fundo Agbara sobressai por seu objetivo de potencializar o maior número possível de empreendedoras negras e indígenas, viabilizando independência financeira e emocional. Seu papel vai mais além ao surgir como uma resposta à falta de políticas públicas direcionadas a esses públicos e suas comunidades.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte com seis fotos ilustrando “Tóquio 2020: Conheça a Equipe Paralímpica de Refugiados 2021. À esquerda, no canto superior, está a refugiada síria Alia Issa (lançamento de clava). No canto direito superior está o sírio Anas Al Khalifa (paracanoagem). Na lateral esquerda está o refugiado afegão Abbas Karimi (natação). Na lateral direita está o refugiado iraniano Shahrad Nasajpour (disco). No canto esquerdo inferior está o sírio Ibrahim Al Hussein (natação). No canto direito inferior está o refugiado do Burundi Parfait Hakizimana (taekwondo). No centro da arte aparece o nome em inglês Refugee Paralympic Team e o logo da Paralimpíada de Tóquio. Créditos: Site do Comitê Paralímpico Internacional/ Edição JI
Em comunicado oficial da ACNUR - Agência da ONU para Refugiados à imprensa especializada, o Comitê Paraolímpico Internacional confirmou no final de junho a seleção de seis atletas que representarão a Equipe Paralímpica de Refugiados nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Os atletas, sendo uma mulher e cinco homens, competirão nas modalidades de atletismo, natação, canoagem e taekwondo.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte em fundo roxo ilustrando a notícia “IOS oferece 1.524 vagas em nove cursos gratuitos de formação profissional”. Imagem com logo do Instituto de Oportunidade Social - IOS (na cor branca), e texto centralizado (também em branco): “Cursos profissionalizantes gratuitos de Verdade" (essa ultima palavra em destaque, na cor amarela, dentro de um retângulo). "Inscrições abertas” (escrito em branco). Créditos: Reprodução/ ios.org.br
O Instituto da Oportunidade Social - IOS acaba de abrir inscrições para nove cursos profissionalizantes, todos 100% gratuitos, destinados a jovens com idade entre 14 e 29 anos e pessoas com deficiência. A maioria tem duração de um semestre letivo, mas há opções de cursos bimestrais.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa ilustrando artigo sobre a importância da acessibilidade em projetos arquitetônicos. Fotografia em área interna mostra um homem de pele branca e cabelos castanhos, em cadeira de rodas. Ele está lavando a louça na pia da cozinha, que tem acessibilidade, e permite ao cadeirante pleno acesso para a atividade. Créditos: Shutterstock
A LBI - Lei Brasileira da Inclusão (Lei nº 13.146/2015), considerada um marco civilizatório, representa um grande avanço na inclusão de pessoas com deficiência (PcDs) na sociedade. Para que isso aconteça, no entanto, é imprescindível que as construções contemplem, desde a fase inicial, na elaboração do projeto, essa parcela de pessoas, que corresponde a cerca de 24% da população brasileira (Censo 2010).
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte com foto e sobreposição de texto ilustrando a matéria “PcDs: Vagas são infladas para cumprir lei e não fazer inclusão”. Sobreposto às imagens, com letras grandes, translúcidas, está escrito: “Lei de cotas”. Ao lado, com letras menores, escuras, está o texto: “Sem vagas para PcDs”. Mais abaixo, sobre uma faixa escura, a frase: “Saldo negativo de admissões X demissões de PcDs”. Como plano de fundo, na lateral esquerda, mão segurando carteira de trabalho com símbolo de cadeira de rodas. E no canto direito superior, aparece parte de um cadeirante com terno escuro. Créditos: Edição JI
De acordo com reportagem da seção de Economia, o próprio Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostra saldo negativo de admissões, comprovando que as vagas para PCD são infladas para cumprir lei.