Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia ilustrando matéria sobre a linha de roupas adaptadas para público PcD, com nove modelos com diferentes tipos de deficiência. Todos estão usando peças de roupas na cor preta, da nova linha “Adapt&”, para pessoas com alguma deficiência. Entre homens e mulheres, de diversas estaturas e corpos, há quatro pessoas em cadeiras de rodas, outras com má formação, membros amputados, com e sem prótese. Créditos: Divulgação
Exemplo deve impulsionar outros empresários da moda nacional a criarem linhas similares, diz o CEO Rony Meisler. Apostando na representatividade das pessoas com deficiência, a nova linha de roupas adaptadas para público PcD – com peças iguais às convencionais – é uma parceria com a Equal Moda Inclusiva.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustrando o texto sobre o “Turismo Acessível Japonês”, arte editada com três fotografias. A primeira mostra um cadeirante, de costas, trafegando pelo famoso caminho no “Fushimi Inari Taisha” – o templo central de Inari Ōkami, localizado em Fushimi, Quioto, no Japão. Na fotografia central está uma pessoa em cadeira de rodas na plataforma de metrô, mostrando a acessibilidade no transporte público do Japão. A pessoa está de costas, prestes a embarcar no trem, sob os olhos do funcionário responsável pela assistência nos embarques. A última foto mostra uma pessoa em cadeira de rodas, em frente ao Castelo de Himeji, no topo de uma colina da cidade de Himeji, localizada na região Kansai, da ilha de Honshu. Créditos: JNTO Brazil | Shutterstock/TNShutter | Edição JI
O Japão é um destino muito rico em atrações turísticas. Sua história, tradição e modernidade atraem visitantes do mundo todo. Hoje, graças aos esforços conjuntos do governo, autoridades locais e organizações sem fins lucrativos e aos investimentos em infraestrutura, o país se destaca como um destino que proporciona acessibilidade para todos.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Com força física e emocional, o sol nasce para todos”, da série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). Fotografia de pessoa segurando a bandeira Olímpica, com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa é branca, usa camiseta azul e segura a bandeira com os braços esticados, acima da cabeça. Imagem de fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo, os nomes e pictogramas das modalidades: “Halterofilismo, Parataekwondo e Judô Paralímpico”. Créditos: Edição JI
Enfim, estamos na semana de abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Definitivamente, foi um ciclo diferente dos demais, tanto em sua duração quanto nos desafios enfrentados pelos envolvidos até chegar no maior evento Paradesportivo do mundo. Misturado à tantas incertezas, uma verdade é incontestável: todos tiveram que desenvolver uma força física e, principalmente, emocional inédita a fim de desembarcar no Japão com as melhores condições.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte de capa pelo anticapacitismo em 7 expressões capacitistas para serem evitadas. Foto com sobreposição da palavra “capacitismo” rasurada em vermelho. Imagem da silhueta de uma pessoa em cadeira de rodas. Ela está de costas e levemente lateralizada, sozinha em um corredor escuro com uma luminosidade ao final. Créditos: GettyImage/Edição JI
De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, 23,9% da população brasileira possui algum tipo de deficiência, representando 45 milhões de pessoas. Mesmo com essa representatividade, expressões capacitistas – termo que remete à discriminação e o preconceito social contra pessoas com deficiência – ainda são utilizadas frequentemente, inclusive no mundo corporativo.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Alvos Paralímpicos”, quarta edição da série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). A fotografia de uma pessoa segurando a bandeira branca Olímpica, com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa é branca, usa camiseta azul, e segura a bandeira com os braços esticados, acima da cabeça. A imagem de fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo os nomes e os pictogramas das modalidades: “Tiro Esportivo, Tiro com Arco e Bocha Paralímpica”. Créditos: Edição JI
Como telespectadores, estamos habituados com esportes de velocidade e que utilizam a força em suas disputas. No entanto, as modalidades dominadas pela concentração e precisão também podem entregar um alto grau de emoção. Hoje, falaremos do Tiro com Arco Paralímpico, Tiro Esportivo Paralímpico e a Bocha Paralímpica.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Glória nas águas”, terceiro da série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). Fotografia de uma pessoa segurando a bandeira branca Olímpica, com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa é branca, usa camiseta azul, e segura a bandeira acima da cabeça, com os braços esticados. A imagem ao fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo os nomes e os pictogramas das modalidades: “Paracanoagem, Remo Paralímpico e Natação Paralímpica”. Créditos: Edição JI
No terceiro artigo da série Especial Tóquio 2020+1, chega o momento de falarmos das modalidades aquáticas que trarão adrenalina aos Jogos: a Paracanoagem, o Remo Paralímpico e a Natação Paralímpica.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte de capa do artigo do “Especial Tóquio 2020: A saúde mental dos atletas”, com foto da atleta e o texto: Simone Biles, Saúde Mental nas Olimpíadas, e como a desistência da ginasta impactou no digital. Na imagem, a jovem medalhista é uma mulher negra, com cabelos presos com coque e olhando para baixo. Créditos: Divulgação / Decode
Simone Biles, a superestrela da ginástica, traz à tona a questão da saúde mental dos atletas. A americana de 24 anos decidiu não disputar a prova individual geral da ginástica artística nas Olimpíadas de Tóquio 2020 para preservar sua saúde mental.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Mãos que triunfam”, para a série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). Fotografia de uma pessoa segurando a bandeira Olímpica com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa é branca, usa camiseta azul, e segura a bandeira acima da cabeça, com os braços esticados. A imagem ao fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo os nomes e os pictogramas das modalidades: “Esgrima, Tênis em CR e Tênis de Mesa”. Créditos: Edição JI
Continuando a abordagem sobre as modalidades paralímpicas, nossa segunda edição do Especial Tóquio 2020 +1 desvendará alguns esportes praticados com as mãos e que necessitam de acessórios marcantes. São eles: Tênis de Mesa Paralímpico, Tênis em Cadeira de Rodas e Esgrima Paralímpica.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa do artigo “Uma dose de adrenalina”, abrindo a série “Especial Tóquio 2020” (tema sobreposto à imagem, na cor branca). Fotografia de uma pessoa segurando a bandeira Olímpica, com os arcos coloridos – que representam a união dos cinco continentes. A pessoa está de costas, é branca, usa camiseta azul, e segura a bandeira acima da cabeça, com os braços esticados. A imagem ao fundo tem tons de azul e violeta. Na lateral direita aparece o logo oficial (em inglês): “Tokyo 2020, Paralympic Games”. Mais abaixo os nomes com os pictogramas das modalidades: “Triatlo, Ciclismo e Paratletismo”. Créditos: Edição JI
Hoje, iniciamos no Jornalista Inclusivo, a série de artigos do “Especial Tóquio 2020” sobre as modalidades que irão compor o quadro paralímpico no Japão. Aqui, na coluna Sem Barreiras, o objetivo é ser o mais simplificado possível para que você, leitor(a), compreenda as regras dos esportes adaptados e possa torcer por nossos Paratletas na Terra do Sol Nascente.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa ilustrando artigo sobre a importância da acessibilidade em projetos arquitetônicos. Fotografia em área interna mostra um homem de pele branca e cabelos castanhos, em cadeira de rodas. Ele está lavando a louça na pia da cozinha, que tem acessibilidade, e permite ao cadeirante pleno acesso para a atividade. Créditos: Shutterstock
A LBI - Lei Brasileira da Inclusão (Lei nº 13.146/2015), considerada um marco civilizatório, representa um grande avanço na inclusão de pessoas com deficiência (PcDs) na sociedade. Para que isso aconteça, no entanto, é imprescindível que as construções contemplem, desde a fase inicial, na elaboração do projeto, essa parcela de pessoas, que corresponde a cerca de 24% da população brasileira (Censo 2010).