Descrição da imagem #PraCegoVer: Artigo “Cuidadores podem ganhar até 3 mil mensais” é ilustrado por fotografia com duas pessoas em ambiente interno. Uma mulher branca, com cabelos pretos cacheados. E outra mulher idosa, com cabelos grisalhos, que está em cadeira de rodas. A primeira mulher, mais jovem, usa uniforme verde. Ela auxilia a outra mulher, que usa calça cinza e camisa branca, a se levantar, ou sentar, na cadeira de rodas. No local tem dois sofás, um amarelo e outro cinza escuro, e uma parede branca. Créditos: ShutterStock
A profissão de Cuidador foi regulamentada em maio de 2019, no Congresso Nacional. O projeto de lei delimita que o profissional deve ter o ensino fundamental completo e curso de qualificação na área. Além de idade mínima de 18 anos, bons antecedentes criminais e atestados de aptidão física e mental.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustra o artigo “Investimentos em inclusão aumentaram 78%” uma fotografia com quatro mulheres em cadeira de rodas, que são da equipe da Talento Incluir. Todas usam calça e camiseta preta. Elas estão atravessando a rua, em fila, sobre a faixa de pedestres, em alusão a popular foto da banda inglesa The Beatles. Créditos: Divulgação
De acordo com levantamentos da Talento Incluir, consultoria que promove a relação entre profissionais com deficiência e o mercado de trabalho e já proporcionou emprego mais de 7 mil profissionais com deficiência, em 2020 as empresas investiram 78% a mais que no ano anterior em programas para o fortalecimento da cultura de inclusão.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Foto com duas pessoas em cima de bicicleta – modelo triciclo, com o logo Santos às Cegas no canto esquerdo inferior. O condutor, Renato Frosch é branco, usa bermuda preta, tênis, camiseta vermelha, máscara hospitalar e capacete pretos. Atrás dele, passageiro de pela branca, usando bermuda jeans, camiseta vermelha, máscara hospitalar branca, óculos escuros e boné preto. Estão parados em uma praça, e ao fundo se vê alguns carros e prédios. Créditos: Acervo pessoal/Renato Frosch
Paulistano de 42 anos e cidadão santista há 15, o professor universitário de arquitetura e pedagogia Renato Frosch é desses que representam o autêntico sentido da frase “fazer a diferença” na vida de alguém. Ele é criador do ‘Santos às Cegas’, projeto que consiste em levar os participantes para dar uma volta de bicicleta pela orla.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Artigo "Suas mãos me guiam" é ilustrado por uma foto em família, com cinco pessoas. Eliane está sentada em um sofá, abraçada com Vinicius. Ela usa camiseta rosa e shorts preto, ele usa camiseta vermelha. À sua frente está Duda, usando camiseta rosa claro com desenho e detalhes nas mangas. Ao lado direito da foto, está Guilherme, de camiseta preta, boné preto e branco com uma marca na frente e tatuagens no braço direito. Ele apoia Vítor em seu braço esquerdo. O garoto usa camiseta vermelha e está sorrindo. Ao fundo, há um outro ambiente, com moveis e uma planta. Créditos: Acervo pessoal
Aqui no Jornalista Inclusivo, buscamos ampliar o lugar de fala da Pessoa com Deficiência. Contudo, raramente pensa-se nos seus familiares, que estão os auxiliando no dia a dia e que carregam emoções, muitas vezes sufocadas por serem a voz desse cidadão, ao invés de exalar sua própria essência.
Pensando nisso, a coluna Sem Barreiras conta com dois personagens que espelham, de maneira exemplar tal cotidiano de muito esforço, dedicação e uma dose generosa de amor.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Noticia sobre Cursos gratuitos de Inclusão Digital em SP para PcDs é ilustrada pela fotografia de um laptop em frente a uma janela. O computador está aberto e ligado, mostrando a ilustração se divulgação dos cursos. Uma arte em fundo azul com o título: Cursos Gratuitos. Inscreva-se já. No centro da imagem aparece um texto com o nome dos cursos, o endereço do site: www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br, o desenho de uma pessoa sentada em frente ao computador, e os logos dos envolvidos. O laptop está sobre superfície plana com um vaso de plantas atrás. Créditos: Divulgação/Edição JI
Em São Paulo, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência está com inscrições abertas para cursos de inclusão digital para pessoas com deficiência. Os cursos são gratuitos, no formato de ensino à distância (EaD), e têm o objetivo de desmistificar o sentimento de medo e insegurança em acessar recursos tecnológicos.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustra a matéria Semáforos sonoros são instalados em Recife, a fotografia de um homem pardo com deficiência visual. Ele tem cabelos curtos, usa camiseta gola polo azul, máscara hospitalar na mesma cor, e está parado em frente ao equipamento, enquanto aperta o botão do semáforo sonoro. À sua frente é possível ver uma moto em movimento, um ciclista, uma árvore, parte da rua e das faixas de pedestres. Creditos: Daniel Tavares/PCR
Com o objetivo de garantir autonomia na mobilidade e mais segurança viária para pessoas com deficiência no Recife, a Prefeitura da Cidade, por meio da Secretaria de Política Urbana e Licenciamento e da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), passou a implantar semáforos com uma tecnologia inovadora para pessoas cegas.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte em fundo azul escuro, com o texto: Prêmio Alexa de Acessibilidade e diversos símbolos relacionados a deficiências físicas e sensoriais. No centro da ilustração, diversos ícones interligados formam uma pessoa com os braços abertos, dividida ao meio pelo nome do prêmio. No canto direito inferior está o logo Amazon Alexa. Créditos: Reprodução/Facebook
Oferecendo prêmios em dinheiro e dispositivos Echo, a Amazon convidou desenvolvedores de skills de Alexa, que pudessem beneficiar a vida de pessoas com deficiência para concorrer ao Prêmio Alexa de Acessibilidade. As “skills” (habilidades) são tarefas realizadas pela Alexa – assistente virtual desenvolvida pela Amazon –, por comandos de voz usando a Inteligência Artificial.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustra a notícia IOS tem 1.762 vagas para PcDs em cursos gratuitos a fotografia de uma turma com uniforme do Instituto da Oportunidade Social, uma camiseta roxa e branca, com o logo do IOS. Os jovens estão em pé, com os braços para cima, e na frente há um aluno em cadeira de rodas, que também está celebrando. Todos estão sorrindo.
Créditos: Renata Rios/IOS
O Instituto da Oportunidade Social - IOS acaba de abrir inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos para jovens entre 14 e 29 anos e pessoas com deficiência. São 1.762 vagas distribuídas em nove unidades nas regiões de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Joinville (SC).
Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia com duas pessoas com camisetas do projeto Permita-se Ver Além. Do lado esquerdo está o Dudu, jovem com Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21), pele branca e cabelos grisalhos. Usa óculos de grau e camiseta preta com estampa que é uma releitura da obra Abaporu (Tarsila do Amaral). Ao seu lado está a Larissa, jovem que também tem a T21, pele branca, cabelos pretos longos e óculos de grau. Ela está com uma camiseta branca com bordado em linha preta e a frase: Inspire outros a ir além. Créditos: Divulgação/ Christyam de Lima
Projeto com pouco mais de 1 ano, lançado em dezembro de 2019, o Permita-se Ver Além confecciona produtos de moda com proposta de design inclusivo. Entre as opções disponíveis para venda estão: T-shirts unissex, camisas e camisetas femininas, bolsas e necessaires.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustra o artigo Federação Down investe em Advocacy: Projeto de impacto social a fotografia com duas crianças e uma mulher, todos utilizando um notebook branco. A mulher tem pele branca e cabelos curtos avermelhados, e está atrás do casal de crianças. A menina é negra de pele perda, com cabelos crespos. O garoto é negro de pele mais clara, cabelos raspados e tem Síndrome de Down. No canto direito superior da imagem está o logo FBASD – Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Créditos: Shutterstock
Em defesa dos direitos da pessoa com deficiência intelectual e por garantias de inclusão nos diversos setores sociais, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) investe em novo projeto de Advocacy. Trata-se de um mecanismo de estratégias capazes de influenciar políticas públicas, e promover mudanças estruturais, políticas, sistêmicas e comportamentais.