Riscos de AVC no outono e inverno são maiores, alerta neurocirurgião

Foto de casal de idosos. Mulher alimentando o marido, que usa cadeira de rodas. Texto: Alerta para os riscos de AVC no outono e inverno.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Foto colorida, em ambiente interno, com texto, alinhado à direita: “Alerta para os riscos de AVC no outono e inverno”. A imagem mostra um casal de idosos. À esquerda, homem de pele branca e cabelos curtos grisalhos. Está sentado em cadeira de rodas e sendo alimento por outra pessoa. Tem um cobertor no colo e usa camisa xadrez de manga comprida. À direita, mulher branca com cabelos curtos castanhos. Segura uma tigela branca e uma colher, próximos ao rosto do idoso. Ela usa casaco bege. (Imagem: Edição de arte. Foto: Adobe Stock)

Segundo o neurocirurgião Feres Chaddad, os riscos de AVC hemorrágico aumentam em até 33% para as mulheres e 18% para os homens, no outono e inverno

Neste período do ano em que as temperaturas são mais frias, especialmente no outono e inverno, cresce o número de pacientes que apresentam casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e suas variações, como AVC isquêmico e o hemorrágico.

Neste artigo

Boa leitura!

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riscos de AVC no outono e inverno

De acordo com Feres Chaddad, neurocirurgião da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, hub de saúde referência na realização de neurocirurgias, os riscos de AVC aumentam porque a pressão corpórea sofre um aumento natural no frio para o organismo manter a homeostasia – quando os vasos da pele se contraem para evitar a perda de calor.

“Este processo deixa as pessoas com aspecto tipicamente pálido. No verão, ocorre o contrário. O indivíduo tem vasodilatação periférica para perder calor para manter a temperatura corpórea. Isso que faz a pessoa ficar com rubor ou vermelhidão, típicos de épocas mais quentes”, explica.

De acordo com estudos internacionais, o risco de homens serem acometidos por AVC isquêmico aumenta 12% nesta época do ano, contra 11% nas mulheres. Já o AVC hemorrágico aumenta em 28% as chances dos homens sofrerem com o problema. As mulheres aumentam sua probabilidade em 33%.

AVC na pandemia de COVID-19

A pandemia de COVID-19 também contribuiu para o aumento das doenças vasculares cerebrais. Dentre as principais, o médico Feres destaca o AVC isquêmico, a trombose venosa cerebral e rupturas de aneurismas. “Podemos observar nessas doenças alterações no fluxo sanguíneo cerebral que podem ou não cursar com sangramentos e evoluir para quadros graves”, analisa o neurocirurgião.

Na BP, que foi a primeira colocada no ranking da revista Newsweek em 2021, um dos veículos de imprensa mais conceituados do mundo, como a melhor instituição brasileira para cirurgias neurológicas, o número procedimentos realizados nos últimos três anos ultrapassou a marca de 4.600. Só em 2021, foram contabilizados 1.807, um aumento de quase 20% ante 1.508 do período pré-pandemia.

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Referência em neurocirurgia

Hoje a BP se destaca como uma das principais instituições no tratamento destas doenças porque dispõe de procedimentos de ponta, conta com UTI neurológica e maquinário avançado, como o aparelho para tratamento endovascular, neuroendoscopia e radiocirurgia, e a microcirurgia cerebral realizada com um dos melhores microscópios do mundo. 

“Com ele é possível visualizar a imagem em 3D e injetar indocianina para o controle do ato cirúrgico, além de visualização dos vasos cerebrais”, explica.

Não são todos os casos de AVC que precisam de cirurgia. O caminho para buscar o tratamento adequado passa pelo neurologista clínico que, ao constatar qualquer problema passível de cirurgia, faz o encaminhamento para o neurocirurgião. 

Foto de idosa em reabilitação de membro superior.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Foto colorida com duas pessoas. À esquerda, profissional de fisioterapia segura o cotovelo e a mão direita de uma senhora. Seu rosto não aparece. À direita, mulher idosa em atendimento de reabilitação em membros superiores. Está sentada, olhando para sua mão e usa blusa azul. Tem pele clara e cabelos curtos grisalhos. (Imagem: Reprodução. Créditos: www.mulhercomsaude.com.br)
Sobre a BP

Reconhecida pela revista Newsweek como uma das melhores instituições de saúde do mundo, a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo é um hub de saúde privado que compõe o grupo de 6 instituições de excelência brasileiras reconhecidas pelo Ministério da Saúde e integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), realizando projetos de educação, pesquisa, avaliação de tecnologias, gestão e de assistência especializada voltados ao fortalecimento e à qualificação do SUS em todo o País. São mais de 7.000 colaboradores e 4.000 médicos atuando em três endereços na cidade de São Paulo, nos bairros de Bela Vista (duas unidades) e Jardim América. 

Os serviços da BP são oferecidos por meio de quatro marcas de serviços hospitalares com foco em alta complexidade e que atendem diferentes segmentos de clientes, e três marcas que contemplam serviços de medicina diagnóstica, consultas médicas e atendimentos ambulatoriais e educação e pesquisa. São elas:

  • Hospital BP, referência em casos de alta complexidade, pronto-socorro geral e corpo clínico especializado para clientes de planos de saúde e particulares;
  • BP Mirante, hospital que oferece um corpo clínico renomado, pronto atendimento privativo, hotelaria personalizada e cuidado intimista para clientes particulares e de planos de saúde premium;
  • BP Essencial, hospital que tem foco na qualidade assistencial e oferece acomodações compartilhadas para clientes de planos de saúde básicos e particulares;
  • BP Medicina Diagnóstica, um completo e atualizado centro de diagnósticos e de terapias, que oferece exames laboratoriais, de imagem, métodos gráficos e de todas as outras especialidades diagnósticas;
  • BP Vital, uma rede de clínicas de diversas especialidades médicas integrada aos demais serviços da BP para cuidar da saúde dos clientes e estimular conversas preventivas sobre a saúde;
  • BP Educação e Pesquisa, tradicional formadora de profissionais de saúde que capacita profissionais por meio de cursos técnicos e de pós-graduação, residência médica, eventos científicos e é responsável por gerenciar mais de 100 estudos e pesquisas na área da saúde com o intuito de contribuir para a evolução da Medicina no País.
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Jornalista Inclusivo

Da Equipe de Redação