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Genética não é destino

Imagem é um print da tela do computador, no site do congresso Genética Não é destino

Descrição da Imagem #PraCegoVer: Imagem em fundo branco e o texto: congresso online de empoderamento e práticas inclusivas, em fonte azul. Logo abaixo, em maior destaque e escrito Genética não é destino, em duas partes. A primeira parte, genética não é, está  em vermelho,  e na segunda parte, a palavra destino está em azul, logo abaixo. O não está está sublinhado em azul. No meio da imagem, com efeito azul translúcido está a foto de uma mulher. E por cima da fotografia, também em azul escuro, está o texto: O maior congresso online de empoderamento e práticas inclusivas. Imagem: Reprodução/ geneticanaoedestino.org

Congresso Online de Empoderamento e Práticas Inclusivas acontece nesse final de semana

Genética não é destino é um evento online e gratuito, que promete uma maratona de mentoria em dois dias de aulas

Os projetos Cromossomo 21, Espaço Laser e Serendipidade promovem neste final de semana, dias 29 e 30 de agosto, o Primeiro Congresso Online de Empoderamento e Práticas Inclusivas – Genética não é destino.

As inscrições gratuitas já se encerraram, mas para participar é só acessar o canal nYouTube “Cromossomo 21”, no sábado, das 13h às 18h. E, domingo, das 9h às 18h. Ou acessar ao vídeo no final deste texto. 

A iniciativa reúne um time de especialistas nas áreas da ciência, saúde, comportamento humano, empreendedorismo social e educação. Todos eles, com práticas e pesquisas em busca de novos caminhos e estratégias inclusivas, para mudar nosso comportamento frente ao determinismo genético.

Genética não é destino é um projeto do Educador Social Alex Duarte, título do seu quarto livro e que em breve será lançado. A ideia desta iniciativa nasceu após a realização da experiência da Expedição 21 – a primeira Imersão para Pessoas com deficiência das Américas.

fotografia do Educador Social Alex Duarte, criador do congresso genética não é destino
Descrição da Imagem #PraCegoVer: Fotografia colorida com fundo branco e duas pessoas. Aparecendo da cintura para cima, o Educador Social Alex Duarte é um homem branco, com cabelos castanhos e barba por fazer. Está vestindo paletó preto, e beijando a bochecha de uma bebê, que está em seu colo. Ela tem pele branca, e Síndrome de Down. Está sorrindo, e veste calça jeans e blusa rosa clara. No rodapé da imagem existe um faixa disforme vermelha. Foto: Reprodução/ Genética não é destino

Segundo divulgação, Alex percebeu uma mudança transformadora na vida dos participantes, principalmente na forma como o meio ambiente positivo foi fundamental para impactar no aprendizado e na autoestima de pessoas com deficiência.

Dessa forma, para se aprofundar no tema, convidou especialistas do assunto para participarem de um congresso online, com caráter dinâmico, focado em práticas de empoderamento e inclusão

Alex Duarte também é autor do projeto Cromossomo 21, e trabalha há 12 anos como profissional da inclusão.

Imagine um modelo de congresso inovador e positivo...

Agora imagine mentores conversando diretamente com você, ao vivo, para eliminar crenças de impedimento, derrubar mitos e preconceitos em relação ao determinismo biológico.

Imaginou? Então bem-vindo ao Congresso Genética não é destino. Aqui, vamos abrir mão do que nos ensinaram de forma equivocada em relação as pessoas com deficiência.

Sairemos da rota comum, eliminando a barreira do condicionamento social ligado à ideia de incapacidade.

A presença de um cromossomo a mais ou qualquer outra causa de deficiência física ou intelectual podem determinar características específicas, mas não definem a pessoa por inteiro e nem o seu futuro.

Design sem nome 23
Descrição da Imagem #PraCegoVer: Fotografia colorida com fundo branco e três pessoas celebrando, com os braços pra cima, e sorrindo. A primeira pessoa é uma mulher de pele morena e cabelos ondulados com tons marrom e ruivo. Ela veste camisa xadrez vermelha e preta, camiseta e calça preta. As outras duas pessoas, uma mulher e um homem, estão de mão dadas e têm Síndrome de Down. A mulher que está no meio dos três, é branca e está de costas para o homem. Ela tem cabelos castanhos um pouco abaixo dos ombros, está com o braço direito levantando, e veste camisa roxa com calça escura. O homem é branco com cabelos castanhos e também tem o braço direito levantando. Ele veste camisa xadrez, branca e cinza, e calça jeans escura. Foto: Reprodução/ Genética não é destino

Genética não é o destino: Leia mais

Por muito tempo entendemos a nossa genética como um dado fixo, determinado por nossa constituição biológica. Hoje, a ciência revela que cada um de nós possui um mundo bioquímico particular, com interferência de fatores como alimentação, estresse, atividade física e principalmente ao meio ambiente e fatores comportamentais. 

Só nesse sentido, já se entende que a genética não determina nosso destino, pois isso a ciência já constatou. Mas então, o que ainda motiva as crenças e posicionamentos limitantes diante das pessoas com deficiência?

O estigma da incapacidade e o preconceito velado, ainda reforçam barreiras mentais e atitudinais para promover mudanças. Esse preconceito faz com que, familiares, educadores e sociedade civil invistam e acreditem menos no potencial das pessoas com deficiência, limitando a sua participação.

Genética não é destino é uma proposta inovadora para a quebra de crenças, e uma oportunidade de identificar e romper posicionamentos limitadores diante das pessoas com deficiência. 

Vamos conhecer estratégias e novas pesquisas, incluindo a neurociência e estudos que documentam como as pessoas aprendem de formas diferentes, respeitando suas condições e individualidades. 

Como é possível encontrar uma linha de mudança contra previsões da sociedade, prognósticos, código genético ou uma verdade científica? Vamos descobrir juntos!

Confira o grande time de mentores, a programação e outras informações no site do evento, clicando AQUI. Para assistir, basta acessar ao vídeo abaixo. 

Rafael Ferraz Carpi

Rafael Ferraz Carpi

Formado em Comunicação Social com Ênfase em Jornalismo (2006), Rafael assina como Editor responsável pelo conteúdo do site, edição geral e publicações. É autor do projeto Jornalista Inclusivo e já trabalhou como repórter em jornais impresso, e rádio AM, como executivo de contas em revista, fotografia e assessoria de imprensa. Atualmente atua como produtor de conteúdo, redator, e com marketing digital em mídias sociais.

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