Bóra Sair? Por Murilo Pereira
Várias vezes me peguei pensando o quão bom era ser criança. Criança não tem medo, angústias e não reflete muito profundamente sobre questões que a envolvem enquanto indivíduo.
Várias vezes me peguei pensando o quão bom era ser criança. Criança não tem medo, angústias e não reflete muito profundamente sobre questões que a envolvem enquanto indivíduo.
Inúmeras características estão escassas atualmente, mas a ausência de uma delas vem tornado a sociedade cada vez mais automática, sem identidade. Estou falando da essência do indivíduo, daquilo que é a única verdade e, por isso, torne-se o combustível vital que move nosso cotidiano singular.
Há algumas semanas atrás, trouxe um artigo que obteve muitas visualizações em meu blog pessoal para a coluna. Nessa edição, puxarei outro que foi bem requisitado. Porém, nesse espaço discutiremos o tema proposto através de um viés diferente do inicial: pelos olhos do esporte, ou melhor, do Paradesporto.
Descrição…
Descrição…
Como toda pessoa com deficiência, o indivíduo com Síndrome de Down, usualmente, é visto com aquele rótulo de “coitadinho”. Existem diversas maneiras de desconstruir tal preconceito, mas o esporte é, inquestionavelmente, uma das ferramentas mais poderosas no sentido de promover uma melhor qualidade de vida e uma maior integração social a esse grupo.
Jogos Paralímpicos são quase que um sinônimo de paradesporto. Quando pensa-se em esporte adaptado, a primeira imagem que vem à mente certamente é a do principal evento do ciclo Paralímpico, que assim como ocorre no Olímpico, tem uma extensão de quatro anos. Pois é, tinha.
É comum associarmos o preconceito a casos de bullying, por exemplo. Porém, as atitudes preconceituosas estão em nosso dia a dia: nas falas de muitas pessoas; numa escola que quase se recusa a fazer a matrícula de um aluno com paralisia cerebral...
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