Livro "À Mãe Que Me Tornei" organizado por Leticia Lefevre, apoiado em uma pilha de exemplares idênticos sobre uma mesa de madeira, com um fundo verde suave.
“À Mãe Que Me Tornei” mostra que, apesar dos desafios, essas mães seguem movidas por um amor que resiste ao tempo e às adversidades. (Foto: Divulgação)

“À Mãe Que Me Tornei”: Vozes da Maternidade Atípica ganham livro no Dia da Mulher

Onde a sociedade ergue muros para as mães atípicas, a obra “À Mãe Que Me Tornei” surge como um farol diante das adversidades, evidenciando o amor materno como uma força motriz inabalável.

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Mãos seguram o livro "Afetos de mãe: amor, morte e vida", com capa ilustrada mostrando uma mulher e uma criança - Sônia e Pedro - em frente à Torre Eiffel.
A obra compartilha a vida da jornalista Sônia e seu filho Pedro, que faleceu em 2016 devido a um mal súbito causado pela hidrocefalia. (Foto: Divulgação)

Sônia e Pedro: Quando a Literatura Abraça o Leitor – Uma Jornada de Amor, Luto e Inclusão

Obra compartilha a vida da jornalista Sônia e seu filho Pedro, que faleceu em 2016 devido a um mal súbito causado pela hidrocefalia. Com a sensibilidade de quem vivenciou o luto e a esperança, a autora nos convida a refletir sobre a vida, a partida e a luta pela inclusão.

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Capa do livro Os Diários de Luke Wygand: Sugestão de Leitura
Descrição da imagem #PraCegoVer: Ilustra o texto “Os Diários de Luke Wygand: Sugestão de Leitura”, a foto desta obra sobre superfície de madeira e fundo amarelo. Sobre dois exemplares na horizontal, há outro na vertical, de frente, revelando a capa. Nela está o nome da autora Lila Monteiro, o nome do livro, e uma foto do garoto Luke. Uma criança branca de cabelos escuros, óculos azuis e camiseta amarela. Usa traqueostomia para auxilio da respiração. Ao lado há outro exemplar em pé mostrando a contracapa, com resumo da obra e ilustração do espaço, com planetas e estrelas. Créditos: Divulgação

Os Diários de Luke Wygand: Sugestão de leitura

Lilia Monteiro decidiu sensibilizar as pessoas sobre a condição genética rara do neto Luke Wygand. O propósito é nobre. Somar para que a ciência avance e o preconceito diminua. Para tanto trouxe à luz o primeiro livro brasileiro de literatura sobre miopatia nemalínica.

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