“À Mãe Que Me Tornei” mostra que, apesar dos desafios, essas mães seguem movidas por um amor que resiste ao tempo e às adversidades. (Foto: Divulgação)
Onde a sociedade ergue muros para as mães atípicas, a obra “À Mãe Que Me Tornei” surge como um farol diante das adversidades, evidenciando o amor materno como uma força motriz inabalável.
Artesanatos em feltro na forma de capivara e cavalinhos remetem a símbolos locais do município da Fazenda Rio Grande. (Foto: Leon Ruan)
Elas irão comercializar produtos fabricados nos ateliês de Gastronomia, Manualidades e Costura oferecidas pelo projeto.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Artigo "Suas mãos me guiam" é ilustrado por uma foto em família, com cinco pessoas. Eliane está sentada em um sofá, abraçada com Vinicius. Ela usa camiseta rosa e shorts preto, ele usa camiseta vermelha. À sua frente está Duda, usando camiseta rosa claro com desenho e detalhes nas mangas. Ao lado direito da foto, está Guilherme, de camiseta preta, boné preto e branco com uma marca na frente e tatuagens no braço direito. Ele apoia Vítor em seu braço esquerdo. O garoto usa camiseta vermelha e está sorrindo. Ao fundo, há um outro ambiente, com moveis e uma planta. Créditos: Acervo pessoal
Aqui no Jornalista Inclusivo, buscamos ampliar o lugar de fala da Pessoa com Deficiência. Contudo, raramente pensa-se nos seus familiares, que estão os auxiliando no dia a dia e que carregam emoções, muitas vezes sufocadas por serem a voz desse cidadão, ao invés de exalar sua própria essência.
Pensando nisso, a coluna Sem Barreiras conta com dois personagens que espelham, de maneira exemplar tal cotidiano de muito esforço, dedicação e uma dose generosa de amor.