Livro "À Mãe Que Me Tornei" organizado por Leticia Lefevre, apoiado em uma pilha de exemplares idênticos sobre uma mesa de madeira, com um fundo verde suave.
“À Mãe Que Me Tornei” mostra que, apesar dos desafios, essas mães seguem movidas por um amor que resiste ao tempo e às adversidades. (Foto: Divulgação)

“À Mãe Que Me Tornei”: Vozes da Maternidade Atípica ganham livro no Dia da Mulher

Onde a sociedade ergue muros para as mães atípicas, a obra “À Mãe Que Me Tornei” surge como um farol diante das adversidades, evidenciando o amor materno como uma força motriz inabalável.

0 comentário
Foto em família ilustra o artigo "Suas mãos me guiam", por Murilo Pereira
Descrição da imagem #PraCegoVer: Artigo "Suas mãos me guiam" é ilustrado por uma foto em família, com cinco pessoas. Eliane está sentada em um sofá, abraçada com Vinicius. Ela usa camiseta rosa e shorts preto, ele usa camiseta vermelha. À sua frente está Duda, usando camiseta rosa claro com desenho e detalhes nas mangas. Ao lado direito da foto, está Guilherme, de camiseta preta, boné preto e branco com uma marca na frente e tatuagens no braço direito. Ele apoia Vítor em seu braço esquerdo. O garoto usa camiseta vermelha e está sorrindo. Ao fundo, há um outro ambiente, com moveis e uma planta. Créditos: Acervo pessoal

Suas mãos me guiam, por Murilo Pereira

Aqui no Jornalista Inclusivo, buscamos ampliar o lugar de fala da Pessoa com Deficiência. Contudo, raramente pensa-se nos seus familiares, que estão os auxiliando no dia a dia e que carregam emoções, muitas vezes sufocadas por serem a voz desse cidadão, ao invés de exalar sua própria essência. Pensando nisso, a coluna Sem Barreiras conta com dois personagens que espelham, de maneira exemplar tal cotidiano de muito esforço, dedicação e uma dose generosa de amor.

0 comentário

Fim do conteúdo

Não há mais páginas a serem carregadas