Intérprete de Libras traduz discurso durante a 1ª Parada do Orgulho PCD de Salvador, promovendo acessibilidade para a comunidade surda.
Maili Santos, vice-presidenta da Parada do Orgulho PcD Brasil, destaca a ironia simbólica: "Não há orgulho possível em uma história que apaga parte de sua gente".

2ª Parada do Orgulho PCD de Salvador celebra 476 anos da capital baiana

A 2ª Parada do Orgulho PcD ocupa Salvador em 29/03, integrando aniversário da cidade e ativismo por acessibilidade. Com palestras e ocupação cultural, questiona exclusão e celebra corpos dissidentes. Equipe diversa lidera a luta por uma urbe que inclua todas as existências.

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Marco Pellegrini, em cadeira de rodas, fala no lançamento da norma ABNT que eleva o padrão da web, realizado na sede do Google em São Paulo. Ao lado, um intérprete de Libras traduz o discurso para a plateia.
Na sede do Google em São Paulo, o lançamento da norma contou com a participação de especialistas que destacaram o impacto do documento para a inclusão digital. (Foto: Ana Nascimento / Assessoria de Comunicação do NIC.br)

Brasil eleva padrão da web com nova norma de acessibilidade da ABNT e Ceweb.br

"A nova norma será um importante referencial técnico para a aplicação do artigo 63 da LBI", destaca Reinaldo Ferraz, coordenador do projeto que eleva o padrão da web para garantir a inclusão digital no Brasil.

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Grupo de quatro pessoas sorrindo e fazendo poses descontraídas durante o evento Slam de Surdes.
Criado em 2018 na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, o Slam de Surdes surgiu com o objetivo de dar visibilidade à arte surda. (Foto: Reprodução / Instagram)

Slam de Surdes: poesia e ativismo dos movimentos negros, feministas e LGBTQIAPN+ no dia 8 de março

Evento gratuito no Sesc Avenida Paulista reúne poetas surdes de movimentos negros, feministas e LGBTQIAPN+ em competição de poesia autoral. Confira data, horário e perfil do coletivo.

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Livro "À Mãe Que Me Tornei" organizado por Leticia Lefevre, apoiado em uma pilha de exemplares idênticos sobre uma mesa de madeira, com um fundo verde suave.
“À Mãe Que Me Tornei” mostra que, apesar dos desafios, essas mães seguem movidas por um amor que resiste ao tempo e às adversidades. (Foto: Divulgação)

“À Mãe Que Me Tornei”: Vozes da Maternidade Atípica ganham livro no Dia da Mulher

Onde a sociedade ergue muros para as mães atípicas, a obra “À Mãe Que Me Tornei” surge como um farol diante das adversidades, evidenciando o amor materno como uma força motriz inabalável.

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Mão tocando um mural azul com relevo em braille e formas geométricas, representando acessibilidade para pessoas com deficiência visual. O nome do projeto Graffiti Pra Cego Ver aparece no canto inferior esquerdo.
Inspirado na ideia de que a arte deve ser acessível a todas as pessoas, o projeto transforma grafites em obras sensoriais. (Foto: Mosaiky/Edição de arte)

Graffiti Pra Cego Ver 2025: Inclusão e Arte Urbana de Mãos Dadas

Consolidando-se como uma iniciativa pioneira que une arte e cidadania, projeto transforma a arte urbana em uma experiência sensorial completa para pessoas com deficiência visual ao incorporar textos em braille, texturas tridimensionais e descrições táteis nos murais

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