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AACD Teleton é Capitalista: Por essa ninguém esperava!

Em mais um episódio de Mau Exemplo de Superação, Paulo Fabião fala por experiência própria: “AACD Teleton é Capitalista, e quem paga não pega fila!”

No último final de semana, sábado (7), foi realizada a 23ª edição da Campanha AACD Teleton 2020. Foi um dia inteiro de atrações, desde às 10:30h às 20:30h.

Dessa vez, diante dos desafios da COVID-19, a maratona de solidariedade teve participações virtuais de artistas e influenciadores, em um único dia, pela primeira vez, desde 1998.

As doações, que segundo matéria deste próprio site da videocoluna, seguirão até 31 de dezembro para saltar de 80 para 130 milhões. O valor é justificado exatamente devido a recessão causada pelo novo coronavírus.

Leia a matéria sobre a AACD Teleton 2020, digitando este link: (https://jornalistainclusivo.com/aacd-teleton-2020/).

É claro que a torcida é positiva, pois a AACD ajuda muitas pessoas com deficiência, assim como ajudou, um dia, o Paulo Fabião, responsável por esta videocoluna – Mau Exemplo de Superação.

No entanto, o que a maioria das pessoas não sabem, e o SBT não divulga, é uma triste realidade, que é muito comum na sociedade capitalista em que vivemos:

Quem paga, passa na frente.

É exatamente isso: se você não tem dinheiro, precisa se inscrever e aguardar na fila. “Pode ser uma fila de meses, ou de anos”, como afirma o Paulo Fabião.

Ele mesmo, há alguns anos, quando criança, teve uma experiência como “privilegiado”, porque a sua mãe tinha condições de pagar pelo serviço.

Enquanto o Paulo Fabião foi prontamente atendido para fazer um molde de gesso, com secagem rápida, outro garoto já esperava a horas pelo mesmo molde. Porém, por ser gratuito, não era de secagem rápida.

Assista ao novo episodio “AACD Teleton é Capitalista”, e confira o relato do jornalista, autor, escritor e comediante de stand-up, Paulo Fabião.

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PNEE 2020 e a Segregação PcD

Paulo Fabião dá a letra sobre a nova Política Nacional de Educação Especial – PNEE 2020 e a Segregação PcD

Este episódio Nº 9 da videocoluna Mau Exemplo de Superação: “PNEE 2020 e a Segregação PcD” é mais uma tentativa da equipe do Jornalista Inclusivo contribuir com os direitos conquistados pela Pessoa com Deficiência (PcD).

Com nome bonito, a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida, já causa a repulsa de toda população envolvida no tema:

Que são os pais de pessoas com deficiência; os alunos com deficiência; educadores especialistas em inclusão; ativistas dos direitos dessa parcela da população; e possivelmente ¼ da população brasileira – ainda que parte desses já tenham passado da fase escolar.

Aí algumas pessoas vão questionar: “Mas por que tanta reclamação? O Governo Federal está preocupado com vocês, pessoas com deficiência”. E nós perguntamos:

“Será? Acho que não”.

Aliás, temos certeza que não será melhor, por diversos motivos. A começar pelo fato de que nós, os principais interessados, não fomos consultados nem por intermédio de qualquer órgão que nos represente.

O anúncio do decreto Nº 10.502, que institui a PNEE 2020, feito em tom festivo pelo Governo Federal, na ultima quarta-feira (30), contou até com cerimônia de assinatura pelo presidente (sem partido), primeira-dama e ministro da Educação.

Mas o retorno da Escola Especial esconde uma grande questão, que vai muito além do Capaticismo: A SEGREGAÇÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA.

Assista ao novo episódio “PNEE 2020 e a Segregação PcD”, da videocoluna do Paulo Fabião, e inscreva-se em nosso canal do Youtube, neste link: https://bit.ly/YoutubeJornalistaInclusivo

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Humoristas e Piadinhas Capacitistas

Paulo Fabião vai direto ao ponto na crítica contra Humoristas e Piadinhas Capacitistas

A videocoluna “Mau Exemplo de Superação”, no Jornalista Inclusivo, chega no Episódio Nº 8, com um assunto do momento nos noticiários às redes sociais: “Humoristas e piadinhas CAPACITISTAS”.

Lembrando que o limite da liberdade de expressão é onde começa a ofensa, discriminação e preconceito de um grupo ou determinada pessoa, piadas racistas, homofóbicas ou capacistas são crimes previstos em leis.

Ultimamente alguns comediantes estão sendo processados e condenados por fazer piadas capacitistas, mas ninguém para de fazer piadas racistas ou homofóbicas, porque deixou de ser racista ou homofóbico.

Pararam para evitar processos e problemas com a justiça, porque é uma repercussão muito negativa. Pois hoje não se aceita mais piadas racistas ou homofóbica. E o humorista que as faz, acaba sendo mal visto pelo público.

Piadas com pessoas com deficiência ou sobre deficiências também são crimes, como o racismo e homofobia, mas ainda não “pega tão mal assim”.

“A repercussão e mobilização social perante piadas e outras formas de capacitismo no geral, é bem menor comparado a outros tipos de preconceito e discriminação. A sociedade ainda não se incomoda tanto”, avalia Paulo Fabião,

Mesmo sendo crime, os humoristas ainda se arriscam em fazer piadas capacitistas, pois não interferem como deveriam suas carreiras. Por isso é importante que o judicial exerça seu papel.

Mas só isso, não basta. É imprescindível que o público e os humoristas criem consciência de que piadas capacitistas são tão erradas, repugnantes e prejudiciais quanto às homofóbicas, racistas.

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Celebridades com Deficiência: E a Causa PcD?

Por que artistas, intelectuais e celebridades com deficiência nada fazem em prol da causa e ativismo PcD?

Neste Episódio #7 da vídeocoluna “Mau Exemplo de Superação”, Paulo Fabião faz um rápido e preocupante questionamento:

Por que pessoas que são celebridades com deficiência e visibilidade, não contribuem em nada com a causa de movimentos em defesa dos direitos desse público?

“É aquilo que eu sempre falei da questão socioeconômica, quanto maior sua capacidade socioeconômica, quanto mais dinheiro você tem, menos dificuldades você passa, ainda que você passe dificuldades”, reconhece Paulo Fabião.

Infelizmente, grandes nomes, um jornalista, escritor e cineasta, outro compositor, cantor e guitarrista, e até uma ex-atleta seriam vozes importantes, mas se calam.

“Mas por quê? Porque eles não passam tantas dificuldades”, reconhece. Paulo Fabião explica que não é só a questão socioeconômica, mas do tamanho e importância que essas pessoas já tinham, antes de se tornarem PCDs.

Para ele, essas pessoas não podem só olhar para as próprias dificuldades como se fosse algo individual:

Então se você tem deficiência, mas tem alguma visibilidade, use essa visibilidade em prol da causa PCD.

Entenda mais sobre o assunto, no novo episódio da videocoluna do site Jornalista Inclusivo, por @opaulofabiao.

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Lacração de PcD? Militância Liberal Só Atrapalha!

Paulo Fabião fala a real sobre o que é fazer a diferença de verdade, diferente da lacração de PcD nas redes sociais

No Episódio #6 da vídeocoluna “Mau Exemplo de Superação”, Paulo Fabião fala a real sobre fazer a diferença. E não o “troco meus achismos, por likes” no Instagram, lacração de PcD nas redes sociais.

Parecendo o homem das cavernas, graças a essa maldita quarentena sem fim, Paulo Fabião mete o dedo na ferida dos famosinhos disfarçados de militantes na causa das pessoas com deficiência.

“Dessa vez eu vou falar de uma seara mais ampla, que é a questão da militância e o caminho que ele tá tomando. Não só a militância da Pessoa com deficiência, mas a militância no geral”, explica.

A luta anticapacitista, especialmente a da internet é extremamente voltada para lacração de PcD, biscoitos, pseudofama e dinheiro. “É válida? Sim. Mas pouco ajuda as pessoas com deficiência coletivamente”.

Lacração de PcD?

Essa Militância Liberal só atrapalha!

“A militância da Pessoa com deficiência, na minha visão, tem tomado um caminho errado, assim como todas as pautas identitárias têm seguido por esse mesmo caminho, que é uma militância liberal, que eu chamo de identitarismo liberal”.

Entenda mais sobre o assunto, no novo episódio da videocoluna do site Jornalista Inclusivo, por @opaulofabiao.

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Eu Não Sou Criança!

Não façam isso – Infantilização da Pessoa com Deficiência. Assista: Eu Não Sou Criança

Neste Episódio #5 – Eu Não Sou Criança -, da vídeocoluna “Mau Exemplo de Superação”, o cadeirante Paulo Fabião aborda um tema extremamente chato, e recorrente no dia a dia das Pessoas com deficiência:
A INFANTILIZAÇÃO!

Pode até parecer óbvio. Mas infelizmente quando se trata de Pessoas com deficiência, ainda precisamos falar sobre o óbvio: Não trate uma Pessoa com deficiência como criança!

“Por mais que a Pessoa com deficiência seja adulta, madura e até barbada como no meu caso, as pessoas insistem em nos infantilizar. As pessoas vêm falar comigo com aquela voz que você fala com cachorro. Sabe?”

”Oi menininho! Tudo bem menininho? Você tá na escolinha menininho? Você gosta de tomar sorvetinho menininho?”

NÃO FAÇAM ISSO!
@opaulofabiao

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