Imagem de capa do artigo “Glória nas águas”, terceiro da série “Especial Tóquio 2020”. Descrição na legenda.

Especial Tóquio 2020: Glória nas águas

No terceiro artigo da série Especial Tóquio 2020+1, chega o momento de falarmos das modalidades aquáticas que trarão adrenalina aos Jogos: a Paracanoagem, o Remo Paralímpico e a Natação Paralímpica.

Imagem de capa do artigo “Mãos que triunfam”, segundo da série “Especial Tóquio 2020”, descrita na legenda.

Especial Tóquio 2020: Mãos que triunfam

Continuando a abordagem sobre as modalidades paralímpicas, nossa segunda edição do Especial Tóquio 2020 +1 desvendará alguns esportes praticados com as mãos e que necessitam de acessórios marcantes. São eles: Tênis de Mesa Paralímpico, Tênis em Cadeira de Rodas e Esgrima Paralímpica.

Arte com foto de torcedor, o título Especial Tóquio 2020, com descrição na legenda do artigo "Uma dose de adrenalina".

Especial Tóquio 2020: Uma dose de adrenalina

Hoje, iniciamos no Jornalista Inclusivo, a série de artigos do “Especial Tóquio 2020” sobre as modalidades que irão compor o quadro paralímpico no Japão. Aqui, na coluna Sem Barreiras, o objetivo é ser o mais simplificado possível para que você, leitor(a), compreenda as regras dos esportes adaptados e possa torcer por nossos Paratletas na Terra do Sol Nascente.

Foto da Seleção Brasileira de Goalball, nos Jogos Parapan-Americanos de 2019, em Lima, Peru. Descrição na legenda, ilustrando "Um coração, dois sonhos".

Um coração, dois sonhos. Por Murilo Pereira

Em seu novo artigo – Um coração, dois sonhos – Murilo traz para a coluna Sem Barreiras um diálogo com a medalhista Gleyse Portiolli, sobre os desafios da maternidade alinhados ao Paradesporto

Seleção Brasileira de Vôlei Sentado, com o jogador Leandro Santos, escrevendo sua história.

Escrevendo sua história no Vôlei Sentado

Quando a coluna Sem Barreiras foi inaugurada, o objetivo principal era justamente apresentar as modalidades paralímpicas, através de histórias que pudessem servir de espelho e construir uma identificação sólida das Pessoas com Deficiência com o Esporte Adaptado.

Imagem oficial “BISFed 2022 Rio de Janeiro Boccia World Championships” descrito na legenda.

BISFed 2022: Bocha Paralímpica Brasileira quer repetir sucesso no Rio

Com tantas outras novas realidades tangíveis através das telas, a cultura do esporte brasileiro vem ganhando proporções inimagináveis. Contudo, é somente por meio do contato físico com alguma modalidade que se criam laços afetivos com tal forma de disputa. Nessa corrida, a Bocha Paralímpica saiu um pouco à frente pois, com alegria, foi anunciado que o próximo Mundial dessa prática esportiva será no Rio de Janeiro, em 2022.

Ilustração geek ilustrando o artigo "Mixando opiniões", por Murilo Pereira

Mixando opiniões, por Murilo Pereira

Histórias são contadas todos os dias. Muitas delas parecem comuns aos olhos de algumas pessoas, mas entender que existem adversidades e saber conviver com elas de maneira saudável nos proporciona uma vida mais leve, encontrando nosso verdadeiro lugar.

Irmãos Leandro e Leomon ilustram artigo sobre Goalball, "Enxergando seu valor"

Enxergando seu valor: Um bate-papo sobre Paradesporto

Enfim, em meio a tantas incertezas e mudanças no modo de viver, chegou 2021. O ano traz consigo a principal competição Paralímpica, que fecha mais esse ciclo vitorioso para o Brasil.

Foto em família ilustra o artigo "Suas mãos me guiam", por Murilo Pereira

Suas mãos me guiam, por Murilo Pereira

Aqui no Jornalista Inclusivo, buscamos ampliar o lugar de fala da Pessoa com Deficiência. Contudo, raramente pensa-se nos seus familiares, que estão os auxiliando no dia a dia e que carregam emoções, muitas vezes sufocadas por serem a voz desse cidadão, ao invés de exalar sua própria essência.
Pensando nisso, a coluna Sem Barreiras conta com dois personagens que espelham, de maneira exemplar tal cotidiano de muito esforço, dedicação e uma dose generosa de amor.

Fisioterapia - Murilo Pereira: Sob um outro olhar - Sem Barreiras – Jornalista Inclusivo

Sob um outro olhar, por Murilo Pereira

Tudo começou logo nos primeiros meses de vida. Os mais variados tratamentos eram necessários para que a corrida contra o tempo valesse a pena, e que eu pudesse evoluir física e individualmente. A motivação que me trouxe até a escrita desse artigo é muito simples: noto que outras inúmeras pessoas que também enfrentam questões desse universo, o encaram como uma espécie de martírio. E essa visão, evidentemente, compromete de forma profunda os resultados dos esforços cotidianos.